Máscara de um milhão de dólares? Menos sofisticação e mais uso

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A matéria divulgada no revista exame sobre o prêmio de U$ 1 milhão que será dividido entre jovens que criarem uma máscara, pela qual resolva cinco ou dez problemas que levam as pessoas a não usarem a proteção contra o Covid 19, chamou minha atenção esta semana.  Pela simples razão, que muitos brasileiros nem ainda usam máscara, nem estão conscientes da sua importância como prevenção!

Vale como concurso e estímulo da Fundação XPrice para conter a pandemia no mundo, porém, no caso do Brasil, a máscara eficiente deverá, no mínimo, custar muito caro e não será usada pela maioria da população. O brasileiro, antes de mais nada, precisa conscientizar-se da importância do uso da máscara, seja dentro dos padrões, simples, como uma aliada contra a disseminação do coronavírus.

O médico curitibano, Edward Kustra, reforça o sentido do uso da máscara valendo-se do raciocínio de que  ela protege em 90% contra o Covid 19. Tanto o transmissor como o receptor tem apenas 10% de possibilidades de disseminar ou contrair o vírus. Isso significa uma mínima condição que poderá até atuar como estímulo a criar anticorpos. Não é à toa que a comunidade científica recomenda seu uso. A máscara atua também como pseudo vacina em seu organismo e torna o vírus menos potente, podemos até pensar assim.

Portanto, usem máscaras, seja de todos os tipos, de pano, feitas em casa, compradas, doadas, sem interrupção e com todos os cuidados necessários para não se infectar ou passar para o outro!

A importância dessa conscientização é fundamental para conter o crescimento do número de infectados no país que cresce, a cada dia, assustadoramente!

 

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About Author

Mari Weigert é jornalista com especialização em História da Arte pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Atuou na área de cultura como jornalista oficial do Governo do Paraná. Durante um ano participou das aulas de crítica de arte de Maria Letizia Proietti e Orieta Rossi, na Sapienza Università, em Roma. Acredita nas palavras bem ditas ou 'benditas', ou seja, bem escritas, que educam, que seduzem pelos significados, pela emoção ao informar sobre a arte da vida que se manifesta nas relações afetivas, na criação artística, nos lugares, na natureza e na energia do Universo.

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